quinta-feira, 25 de junho de 2015
sábado, 20 de junho de 2015
Todo dia é dia das mães. Texto do nobre confrade Anchieta Antunes
Mãe...
Estou
aqui...
Quando eu era
pequeno passava o dia todo correndo de um lado pro outro, subindo na mangueira,
chupando manga tirada com a mão, escanchado no galho, balançando as pernas, o
cabelo voando com o vento fresco da manhã, o rosto todo sujo de
carne de manga; as mãos? Nem me fale! Um horror; ou seja, eu era menino
mesmo, com todas as prerrogativas de uma criança solta no campo. Vivia sujo
porque corria descalço, rolava na ribanceira do rio, tomava banho com roupa e
tudo, e saia mais sujo do que quando entrava. Às vezes apareciam outros meninos
da redondeza, e nós brincávamos de todas as maluquices inimagináveis, que só
acontece na cabeça vazia de crianças.
Com a minha baladeira, eu corria pro
bosque perto de casa, para matar passarinho. O pobre do passarinho não servia
pra nada de tão pequeno. Era só pelo prazer de matar o bichinho. Que maldade!
Acontece que criança não tem maldade, mas sim, curiosidade, necessidade de
descobertas, de aprendizado com a vida a céu aberto. Todo menino é um
cientista, e o laboratório é o mundo ao seu redor. Assim ele aprende a ser
adulto, a ter responsabilidade e se casar com uma futura mãe.
Minha mãe, coitada, passava o dia
cuidando da casa e dos meus irmãos – 6 – comigo _ 7 _ .
_Meu filho, por que você mata
passarinho?
_Porque gosto, ora!
_Gosta de matar?
_Não! Gosto de matar passarinho...
_Mas eles não servem pra nada, a não
ser para enfeitar a natureza com seus vôos rasantes nos campos, para cantar,
criar seus filhotes e ser feliz como todo passarinho deve ser. Por favor, pense
um pouquinho, e não mate mais passarinhos. Eles são lindos e festivos. Deixe-os
viver como Deus mandou.
Ta bom! Vou ver o que posso fazer! Não
prometo nada...
No outro dia já estava com a baladeira
em punho olhando para os galhos das árvores, à procura de um descuidado cantor
das alvoradas; os seresteiros diurnos.
Uma mãe, e cada uma delas, é a parcela
mais importante da humanidade.
Uma vez, correndo no campo, desembalado
como um cavalo crioulo caí, e me machuquei; um machucado feio, e estava
distante de casa, mas eu sabia que mamãe tinha ouvido minha queda e logo viria
em meu socorro. Mãe ouve o gemido do filho a quilômetros de distancia, porque
ouve com o amor, com o coração, com a pele; o sexto sentido da mãe é o amor, o
sétimo, a dedicação e o desvelo, o oitavo, a fera guardada em si para proteger
seus rebentos; uma mãe protetora é mais perigosa que um gladiador, mais alerta
que um animal selvagem acuado, mais mãe que antes e depois.
Quando ela chegou eu já havia
conseguido ficar de pé, e assim mesmo ela me colocou nos braços e me levou até
em casa. Não tenho a menor idéia de como ela conseguiu me levar nos braços até
minha cama! Era longe e ela é magrinha, com as pernas fininhas feitas de um aço
chamado coragem e proteção. Hercules
estava ao lado dela... Hercules não! O anjo da guarda; não tem outra
explicação... ou foi apenas o “instinto materno?”.
Quando qualquer irmão meu adoecia,
mamãe passava a noite acordada ao lado da cama, olhando, zelando, medindo a
temperatura como se fosse uma grande médica, e quando o dia amanhecia nosso
café da manhã estava na mesa e ela insistindo para comermos alguma coisa.
Continuava trabalhando como se tivesse tido uma longa e maravilhosa noite de
sono restaurador. Que nada! Tinha sete filhos para cuidar; descanso é para quem
não é mãe.
Meu pai trabalhava na cidade o dia todo
e só chegava em casa de noitezinha, cansado e sujo; um banho, uma roupa limpa e
comida no estômago. Quem preparou o
jantar? Mamãe, ora! Quem mais?
Mãe não é só mãe, é esposa,
companheira, amante, dona de casa, é pau pra toda obra, para varrer, lavar,
passar, cozinhar, arrumar. É eletricista, encanadora, professora, leitora,
ajuda os filhos com as tarefas de casa. Minha mãe me ajudava com minhas tarefas
de inglês, logo ela que mal sabia ler e desenhar o nome dela, alisando o papel
como se fosse uma tela onde o pintor (ela) deixaria sua obra prima para a
eternidade, ou seja, cada mãe é um gigante despercebida na
multidão de homens fortes e mandões.
O mais importante é quando uma mulher tem
que se preparar para ser mãe; vai para uma maternidade sofrer as primeiras
dores da dedicação com o rebento. Eu, homem forte e orgulhoso, já chorei em uma
cadeira de dentista. Uma mulher hurra na mesa de parto, chora a dor da
maternidade, e logo em seguida amamenta a cria com o maior dos amores, como se
conhecesse aquela criaturinha por toda sua vida, aquele pimpolho que acabou de
ingressar na vida da mãe, da família, agora constituída.
Dor! Que dor? Não lembro de dor
nenhuma!
Um casal sem filho é um estado civil
bem parecido com uma família... mas, quando nasce o primeiro filho, aí sim,
transforma-se, ainda na maternidade, em uma família de verdade.
Um pai viúvo com um filho não passa de
um pai com o filho...
Uma mãe com um filho, é uma família.
_Quem são os vizinhos?
_Uma
família que veio do interior.
_E o dono da casa quem é? Já apareceu?
_Não! Ela é viúva. É ela e o filho, por
sinal muito educado!
Uma mãe, onde quer que esteja é uma
família, uma grande partícula do universo, a seiva que rega a terra gerando
rebentos, que procria, que cuida e preserva, que gera, gere e regenera.
E o comerciante criou o “DIA DAS
MÃES” que piada!!!
O
dia da mãe é a soma dos 365 dias do ano. Mãe não tem dia, ao contrario, os dias
só existem porque as mães estão presentes em todos os seus momentos.
Seja
feliz sempre minha mãe, minhas mães, todas as mães, um universo de sabedoria e
zelo.
Anchieta Antunes
Gravatá –
09/05/2015.
sábado, 30 de maio de 2015
Livro à Venda
Para quem ainda não adquiriu seu exemplar do livro do Poeta Adriano Sales , o mesmo está sendo vendido no FOTO RODRIGUES no Centro de Escada, pelo valor de R$ 25,00. Compre já o seu e desfrute de uma leitura deliciosa que vai fazer você viajar pelas entrelinhas da poesia.
Texto do nobre confrade Anchieta Antunes
T R A N S F E R
Ê N C I A
Para o leitor ávido, os olhos são
glutões insaciáveis: de aprendizado, de
geografia, de pequenas incursões nos recantos bucólicos ou boêmios das grandes
cidades, dos parques onde as pessoas gastam seu tempo livre passeando a vista
pelas palmeiras, pelos beijos dos enamorados, pelos peixinhos que nadam na pequena
lagoa ao lado, e onde o passante ausente de sua estória, vai beber na
taça da memória.
Quando leio isolo-me do mundo, e quando
a vida me chama para a realidade, geralmente tomo um susto. Não digo que fico
dentro de mim, porque sei que me transporto
para as páginas, para as palavras que divulgam histórias, que passeiam
entre o turbilhão de passageiros do tempo, que entram em lojas e botequins, que
invadem a existência de outras pessoas. O livro é e será eternamente um invasor
de privacidades; ele procura a verdade onde a mentira se esconde, onde a vergonha
toma banho de chuva na goteira da garagem.
Adoro viajar sem sair do conforto de
minha casa. Conheço grande parte do mundo, e de cidades que nem sabia que
existiam, de Conventos, Mosteiros, Catedrais e Cassinos que preenchem espaços
nobres para os turistas visitarem, para os de casa santificarem, e para o povo
respeitar nas beiras de suas estradas.
Naquela
tarde chovia todas as chuvas do aqüífero do firmamento, como se quisesse lavar
os pés dos querubins que andam descalços pisando nas nuvens. Saí correndo para
buscar um médico que viesse ajudar a pobre infeliz que chorava de tanta dor no
abdômen. Debaixo de chuva, todo molhado, procurando um taxi que me salvasse da
enxurrada, e diminuísse o tempo de espera da mulher; mulher esta que eu nem
conhecia, que nunca tinha visto na minha frente.
Passei correndo por outro pingüim,
pingando medo do temporal, com os olhos arregalados, a boca aberta e o espírito
beligerante.
_Onde fica o hospital? Perguntei
gritando àquele menino assustado.
_Fica logo ali, dobre na primeira rua à
esquerda e vai ver o letreiro iluminado.
O
“logo ali” estava muito distante, e percebi que o danadinho do menino estava
caçoando de mim, mesmo assustado e debaixo de chuva, escorrido como um pinto, e
riscado de relâmpagos, queria pregar-me uma peça nas pregas das procelas.
Até o hospital devia ter mais ou menos
uns 800 metros para eu correr em ruas alagadas, com medo de cair numa boca de
lobo, e desaparecer para sempre. Não podia parar, a urgência era levar o médico para atender a parturiente
deitada na calçada, molhada, sozinha, esperando ouvir o grito de seu bebê.
Quando cheguei ao Pronto Socorro,
ninguém me deu atenção: estava todo molhado, sujo, com um pé sem o sapato (onde
será que ficou meu sapato?), os olhos pingando desespero através dos óculos, a
agonia de pensar na pobre mulher abandonada, sem poder fazer nada para
ajudá-la.
Finalmente uma enfermeira me
perguntou:_O que você quer menino?
_Não sou menino, e preciso de um médico
urgente...
_Tá doente de que? Diga logo, não temos
tempo a perder!
_Não sou eu, é uma pobre mulher deitada
na calçada, lavada de sangue, sentindo as dores do parto.
_Se é parto, não é sangue. Fique
tranqüilo, a ambulância já vai buscá-la
para o Hospital.
_Eu tenho que ir na ambulância, pois só
eu sei onde a miserável está deitada, deitada não, derrubada pela dor.
E assim eu terminei de ler aquele
capítulo e fiquei imaginando a cena toda, como se dela fizesse parte. Senti que
havia me transferido para as paginas do romance; não estava mais na minha cama,
confortavelmente deitado, com a janela aberta, o vento soprando nos meus
hemisférios. Estava sim, na chuva, maltrapilho, exausto, indignado com os
acontecimentos que nos atropelam sem aviso prévio. Eu fazia parte da dor do
parto, do grito do nenê, da vida que acabava de chegar sob aquela chuva
torrencial, acompanhado da orquestra celestial: os trovões.
Quando
acordo, preparo-me para mais um dia de trabalhos corriqueiros que uma casa
admite incessantemente. Começo com coisas leves como regar o jardim, molhar as
plantas que estão sob teto, colocar água para o cachorro, comprar o pão para o
café da manhã. Faço essas pequenas obrigações sempre pensando no livro que
estou lendo. O fato é que sempre estou lendo um livro; não posso parar.
Terminei um e já começo outro que deixo na minha mesinha de cabeceira. Este é o
meu melhor vício, o meu outro lado que só os livros conhecem.
Sou
viciado no vício do aprendizado, vivo atolado na orgia dos filósofos, atropelo “o
não saber, sem nem mesmo saber por que”, acostumado que estou a ler
e aprender. Minha missão é espalhar pelos quatro cantos do mundo a linda
silhueta da cultura, o arcabouço da verdade literária, a escultura da forma
melhor de se olhar para um texto e dele absorver seu mais perfeito conteúdo: “a gloriosa arte da interpretação”.
Quando
brincava no Ingá do Bacamarte – PB – ficava com inveja dos meninos que chegavam
para a escola, (em frente da casa de meu cunhado Elino Torquato) montados em
seus cavalos. Ficava danado porque morava de cara com a escola. Aquilo não era
vantagem nenhuma, não podia ir estudar,
montado no meu alazão. Aprender sempre é muito bom, melhor ainda é antes do aprendizado,
cavalgar no galope dos sonhos que enchem as cabeças dos imberbes, atravessar
campos de gira-sóis que procuram o astro para alimentarem-se de vida, uma autêntica
súplica do vegetal que gorjeia deitado
nos raios solares. Observar é aprender, ler é desfrutar de uma narrativa,
quando o escrevinhador é um bom contador de histórias.
No
Ingá eu era menino, hoje sou um velho menino, ainda apaixonado pela leitura,
pelos livros, por contos, poesias e crônicas. Continuo sendo arrebatado por
duas ou mais letras ajuntadas formando sentido e lógica, empenho e louvor,
gracejo supimpa e envolvente, como acontece com os cordéis nordestinos. Quando
começo a ouvir um cordel tenho vontade de dormir em cima do sono, sem tirar os
olhos fechados de “arriba” do cordelista.
No
átrio da praça, quando me preparo para
ler em voz alta, meu peito infla de satisfação por ver as pessoas começarem a
se aglomerar para ouvir a palavra do autor (qualquer que seja), em forma de
mensagem otimista para aliviar as penas de todos os dias. Tenho que gritar para
o mundo inteiro escutar, para minha palavra entrar nas palhoças, nos barracos
analfabetos, nas reuniões políticas, nas
maternidades onde as crias dão seus primeiros gritos de independência, Onde quer que a palavra falada possa estar
presente, vibrante, e paternalista.
Uma
vez, na volta de minha ida, encontrei um fedelho com uma revistinha nas mãos, e
perguntei: _ Tá lendo esta revistinha, meu filho?
_Tô
não dotô, num sei lê!
_Quem
lhe deu esta revista de quadrinhos?
_Foi
um homi que passou por aqui indagorinha!
_Você
tem vontade de aprender a ler?
_É
só o que quero da vida, o sinhô pode me
ensinar? AGORINHA? Neste instante? Vou poder ler esta revista que gosto tanto
de olhar pra ela, sem saber o que está escrito! Quero transformar minha vida de
pobre, em vida rica de leitor, e garanto ao sinhô que nunca mais vou parar de
ler, de ler tudo que aparecer na minha frente. Posso garantir. Pudemo começar
agora? POR FAVOR???
Esta
avidez por leitura afogava a alma daquele menino sem que ele soubesse o motivo
de suas angústias. Esta historinha é parecida com milhões ao redor do nosso
mundo cheio de cicatrizes de ignorância.
Outro
dia, sem nem mesmo pensar no que ia fazer, vi-me no Engenho do Coronel Zé
Paulino, brincando com Carlos. Corríamos como uns desesperados por aquelas
terras sem fim. Carlos Melo era neto do Coronel, homem de garras firmes, de uma
só palavra, um verdadeiro deus naquelas redondezas. Ele adorava o neto Carlos,
órfão de mãe, e com o pai preso por ter matado a mãe do meu amigo. Carlinhos
ainda sofria com a perda repentina da mãe, em circunstancias tão desastrosas.
Quando o Rio Paraíba anunciou a cheia,
os moradores do engenho ficaram apavorados, pois conheciam a história de outras
enchentes daquele rio medonho. A água subia a ribanceira como se aquele fosse o
seu leito eterno, com uma força esmagadora, com vontade de destruir tudo o que
encontrasse pela frente. E foi destruindo mesmo, não ficou nada inteiro, ou no
mesmo lugar. A cama de Dona Mocinha foi encontrada, dias depois, a dois
quilômetros de distancia. A água chegou a lavar a varanda da casa grande, e só
não entrou na casa, porque o velho havia mandado construir com um metro de altura do solo. Foi a sorte.
Aquele rio já fez muitos estragos na sua eterna vida de sertão. (Menino do
Engenho – José Lins do Rego)
Quando
voltei pra vida estava suando de pavor, com aquela cheia traiçoeira, e
novamente eu havia me transferido para o romance do nosso querido José Lins do
Rego, paraibano de boa cepa.
Assim é a leitura, quando nos
entusiasmamos com a história, ou com a poesia. As paginas transferem-se para
dentro de nós, para fazermos parte da inspiração do autor. A este fenômeno eu chamo de:
“A MAGIA DA LEITURA”
Quase sempre fico extasiado com o
que leio, quando desfruto dos grandes autores, mesmo os desconhecidos da mídia.
Temos milhares de brilhantes escritores anônimos, com dificuldade de publicar
suas obras por falta de dinheiro, por escassez de oportunidades, porque não
contamos com o apoio do governo central, tão ignorante quanto aquele menino da
revistinha; a única diferença é que o menino aprendeu a ler...
Transfiro-me
para o livro,
ou
ele se transfere
para mim?
Anchieta Antunes
Gravatá –
21/05/2015.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
1º Lançamento do Livro: "Eu Poesias em Vias" do Poeta, Escritor e Psicanalista Adriano Sales
O Escritor, Poeta e Psicanalista Adriano Sales, lançou no 5º aniversário da Academia Escadense de Letras, o livro: “Eu Poesias em Vias” –
Nossas felicitações ao nobre escritor.
***Biografia:
Nascido em Palmares-PE, cresceu nas ruas calmas do Bairro do Coqueiro, na cidade de Escada-PE. A década de 80, mascou muito a sua vida infantil, tempo pacato em que junto com amigos jogava bola descalço nas ruas, correndo para todos os lados mostrando saúde de ferro.
Nossas felicitações ao nobre escritor.
***Biografia:
Estudou o ensino fundamental na Escola Barão de Suassuna – também conhecido como grupo escolar - ; Iniciou o ginásio na então Escola Municipal Ministro Eraldo Gueiros Leite, onde seguiu até o segundo grau técnico em contabilidade. Migrou antes da finalização do curso para a Escola Professor Eraldo Campos onde se formou em administração de empresas.
Iniciou sua vida acadêmica da Faculdade Mauricio de Nassau ingressando no curso de bacharel em direito, interrompido o curso, finalizou sua graduação no curso de logística na Faculdade Boa Viagem. Psicanalista pela ABEPE – Associação Brasileira de Estudos Psicanalíticos do Estado de Pernambuco, também atua como diretor de Comunicação da Academia Escadense de Letras, entidade em que ocupa a posição de Acadêmico Efetivo na Cadeira nº 06 tendo como patrono Josué de Castro.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
6º Sarau da AELE - Discutindo as Problemáticas da Atualidade
O 6º Sarau da AELE, veio com a inovação expor temas de cunho social e econômico:
Cidades e Mudanças climáticas, com a economista Isabel Oliveira, e Sociabilidade e Monocultura da cana de açúcar, com a socióloga Patrícia Cabral, ambas acadêmicas da AELE, foram os assuntos da noite do dia último dia 11.
Na ocasião, foram mostradas as problemáticas e seus direcionamentos de soluções dentro do contexto dos trabalhos em uma belíssima apresentação.
Resultado do II Concurso Literário da AELE
Parabenizamos aos participantes e vencedores do II Concurso Literário da AELE.
1º Lugar - Milene Raiza dos Santos Silva - Escola Técnica Estadual Luiz Dias Lins - Poesia - 3º ano Logística
2º Lugar - Iara Dias Torres - Escola Técnica Estadual Luiz Dias Lins - Conto - 2º ano Logistica
3º Lugar - Allison Guilherme da Silva Ferreira - Escola Técnica Estadual Luiz Dias Lins - Poesia - 2º ano Logistica
Os vencedores além de terem ganho o certificado de participação; medalha e premiação, terão seus trabalhos publicados na III Antologia da Academia Escadense de Letras que será lançada no final deste ano.
quinta-feira, 26 de março de 2015
ALMOÇANDO NO MERCADO
Poesia rima com gastronomia, cordel rima com sarapatel, musicada rima com cerveja gelada, conto ou causo não rima com cachaça mas se beber não caia na praça, na poesia não viaje no pecado... siga para o comércio pois vai ter o “Almoçando no Mercado”.
Com o objetivo de divulgar as potencialidades gastronômicas da nossa cidade reforçando assim o desenvolvimento turístico do município, bem como levar ao conhecimento do povo arte das poesias e da música local, a Academia Escadense de Letras realiza o programa Almoçando no Mercado.
Com apresentações de Poetas, Cordelistas e Músicos locais, o evento será reforçado com a gastronomia local servida nos bares do Mercado Público de Escada. O “ALMOÇANDO NO MERCADO” será realizado no sábado dia 28/03/2015 das 11h às 16h no Mercado Público da Escada.
O evento será aberto ao público em geral com consumação paga pelo participante.
sexta-feira, 13 de março de 2015
REGULAMENTO do 2º Concurso Literário da AELE
2º Concurso Literário da AELE
Título: A Cidadania vista pela Lente da Memória
*** REGULAMENTO ***
*********************************************
Objetivo:
Registrar através de fotografias as fachadas e seus detalhes dos antigos
prédios e antigas casas da cidade de Escada.
Público Alvo:
Estudantes do Ensino Médio de escolas do município de Escada.
Os
participantes do 2º Concurso Literário da AELE “A Cidadania vista pela Lente da
Memória” deverão seguir as regras deste regulamento:
Parágrafo I
– Do Trabalho do participante
1
- Os participantes deverão fotografar as fachadas dos antigos prédios e antigas
casas da cidade de Escada bem como detalhes artísticos dessas fachadas de
acordo com a indicação do roteiro estabelecido pela organização do concurso no
Parágrafo III deste regulamento e produzir uma poesia, crônica ou cordel para a
imagem fotografada.
2
– Só será permitido uma foto e um texto por participante.
Parágrafo II
– A organização do concurso coloca a disposição do participantes a lista ou
roteiro dos prédios antigos e casas antigas no parágrafo III deste regulamento.
Parágrafo III
– Do Roteiro
1
– O roteiro para as fotos será o seguinte: Rua
Barão de Suassuna (sugestão para foto: Prédio da Clinical Center, Escola Barão
de Suassuna, residência de Teresinha Melo, antigo prédio da farmácia do Sr.
Santos, fachada do Clube Intermunicipal da Escada, fachada do prédio da
farmácia de Chico de Sinval, fachada do Antigo Ginásio Nossa Senhora da
Escada); no Centro do Comércio (fachada do prédio da farmácia de João Doutor,
fachada do prédio da mercearia A Camponesa, Mercado Público Municipal, fachadas
das antigas casas da Rua Candido Dias, fachada do antigo Chafariz, cemitério
São Luis); na Ladeira dos Mariquitos (fachada do prédio da biblioteca pública,
residência antiga em frente a biblioteca); seguindo para Rua da Cadeia (fachada
do prédio da Cadeia Pública); seguindo para Rua da Matriz (fachada do prédio do
Museu Cicero Dias, fachada do prédio da Caixa Econômica, fachada do prédio da
Secretaria Paroquial, Igreja Matriz, fachada do prédio da Agência do Trabalho),
seguindo para o Bairro do Atalaia (fachada da residência de Sevi, fachada da
Escola Vigário Pedrosa, casa da Pompéia); seguindo para Rua João Manoel Pontual
(fachada do prédio da Padaria Indiana, fachada do prédio da farmácia de Dona
Adelita, fachada do atual colégio Menino Deus e Igreja Universal); seguindo
para a Rua Visconde de Utinga (fachada do prédio do Cine Utinga); seguindo para
a Vila Operária (fachadas das antigas casas da Vila Operária em frente a
quadrinha de esporte, antiga igreja da fábrica Pirapama, ruínas da antiga
estação ferroviária, casas antigas com fachadas originais da Vila Operária);
seguindo para casa grande do Engenho Sapucagí e casa do Sítio do Sr. Zaith.
Parágrafo IV
– Da poesia, crônica ou cordel
1
– A poesia, crônica ou cordel deverão ser produzidos pelo próprio participante
que for autor da fotografia, sendo vetado o trabalho de um autor diferente.
2
– Os textos dos trabalhos citados no ponto 1 do parágrafo IV deverão ser
digitados em Word, fonte Times New Roman, tamanho da fonte 14, cor da fonte
preta, e salvos com o nome do arquivo no seguinte formato ( TEXTO CONCURSO
“Título do Texto”).
3
– Estará desclassificado o trabalho que não cumprir as exigências dos pontos 1
e 2 do parágrafo IV.
Parágrafo V
– Da inscrição e envio do texto
1
– O texto(trabalho) junto com a foto deverão ser enviados para o endereço de
e-mail da Academia Escadense de Letras, aele.escada@gmail.com
com o seguinte assunto: (“Nome do autor” / “Título do Texto”).
2
– No corpo do e-mail deverá ter as seguintes informações: Nome completo do
Autor do Trabalho; Telefone para contato; Endereço residencial, escola e série
que estuda e o número do RG.
3
– O prazo de envio do trabalho vai até as 23h do dia 30/03/2015.
4
– Ao enviar o trabalho para o endereço indicado no ponto 1 do Parágrafo V, o
participante receberá uma resposta da equipe de comunicação da AELE informando
o número do protocolo de inscrição bem como a efetivação da mesma.
5
– Estará desclassificado o trabalho que não cumprir com a exigência do ponto 1,
2 e 3 do parágrafo V.
Parágrafo VI
– Da avaliação dos trabalhos
1
– Os trabalhos irão ser examinados e avaliados pela comissão de publicações,
extensão e pesquisa e comissão de preservação do patrimônio histórico cultural,
ambas da Academia Escadense de Letras.
Parágrafo VII
– Da premiação
1
– A premiação será configurada para no seguinte formato: primeiro, segundo e
terceiro lugar.
2
– Para as três colocações será dado o prêmio de direito gratuito de publicação
do trabalho na 3ª Antologia da AELE que será lançada no final do ano de 2015.
3
– Só o primeiro lugar receberá como prêmio um tablet.
4
– A Academia Escadense de Letras estabelecerá contato com os vencedores para
informar sobre a premiação e participação dos trabalhos vencedores na 3ª
Antologia da AELE.
5
– A culminância da premiação bem como entrega do prêmio ao primeiro lugar e
registro fotográfico dos três primeiros vencedores e futuros escritores da
Academia Escadense de Letras, será no dia 11/04/2015 na sede provisória da AELE
situada na Rua Cândido Dias no Centro de Escada, PE.
Parágrafo VIII
– Da divulgação dos trabalhos vencedores.
1
– Os trabalhos vencedores e as fotos da premiação serão divulgados até o dia 15/04/2015 no blog da
Academia Escadense de Letras, cujo o endereço é www.aele-escada.blogspot.com.br , bem como no facebook e FanPage da
entidade.
quarta-feira, 11 de março de 2015
II Trilha Literária
Preservar a história do nosso povo é um
dos deveres da Academia Escadense de Letras. Visando despertar o sentimento de
preservação documental do patrimônio histórico da cidade de Escada, a AELE
promove a II Trilha Literária. Nesta edição a trilha será realizada em percurso
urbano pelas principais ruas da cidade, podendo ser usado bicicleta, moto e
carro.
Agregado a Trilha Literária, teremos
o lançamento do II Concurso Literário da AELE, com o título A
Cidadania vista pela Lente da Memória, em que sugeriremos para os participantes da trilha
fotografar as fachadas dos antigos prédios históricos e produzirem uma poesia,
crônica ou cordel de acordo com o regulamento do concurso que estará
disponibilizado no blog da Academia Escadense de Letras www.aele-escada.blogspot.com.br .
A
concentração da II Trilha Literária da AELE, será em frente à Câmara Municipal
da Escada a partir das 8h, onde iniciaremos a “fotografada” da fachada do
prédio da Câmara, iniciando o passeio pela Av. Dr. José Henrique (Coqueiro),
subindo para o comércio onde faremos uma parada para o café da manhã na atual
sede da AELE.
Neste
percurso passaremos pelas principais ruas da cidade, nas quais sugerimos para
fotografar na Rua Barão de Suassuna sugestão para foto (Prédio da Clinical
Center, Escola Barão de Suassuna, residência de Teresinha Melo, antigo prédio
da farmácia do Sr. Santos, fachada do Clube Intermunicipal da Escada, fachada
do prédio da farmácia de Chico de Sinval, fachada do Antigo Ginásio Nossa
Senhora da Escada); no Centro do Comércio (fachada do prédio da farmácia de
João Doutor, fachada do prédio da mercearia A Camponesa, Mercado Público
Municipal, fachadas das antigas casas da Rua Candido Dias, fachada do antigo
Chafariz, cemitério São Luis); na Ladeira dos Mariquitos (fachada do prédio da
biblioteca pública, residência antiga em frente a biblioteca); seguindo para
Rua da Cadeia (fachada do prédio da Cadeia Pública); seguindo para Rua da
Matriz (fachada do prédio do Museu Cicero Dias, fachada do prédio da Caixa
Econômica, fachada do prédio da Secretaria Paroquial, Igreja Matriz, fachada do
prédio da Agência do Trabalho), seguindo para o Bairro do Atalaia (fachada da
residência de Sevi, fachada da Escola Vigário Pedrosa, casa da Pompéia);
seguindo para Rua João Manoel Pontual (fachada do prédio da Padaria Indiana,
fachada do prédio da farmácia de Dona Adelita, fachada do atual colégio Menino
Deus e Igreja Universal); seguindo para a Rua Visconde de Utinga (fachada do
prédio do Cine Utinga); seguindo para a Vila Operária (fachadas das antigas
casas da Vila Operária em frente a quadrinha de esporte, antiga igreja da
fábrica Pirapama, ruínas da antiga estação ferroviária, casas antigas com
fachadas originais da Vila Operária); seguindo para casa grande do Engenho
Sapucagí e casa do Sítio do Sr. Zaith.
segunda-feira, 9 de março de 2015
Hoje é dia de lançamento de cordel
Será
lançado hoje o “Cordel da Falciforme” de autoria do membro da Academia
Escadense de Letras, escritor e cordelista Valdecí Leocádio DÉDO.
O evento
está marcado para logo mais às 19h de hoje (09/03/2015) no auditório da FAESC.
Todos
estão convidados.
sexta-feira, 6 de março de 2015
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
3º Bloco Lírico da AELE
Nena Dutra e Ademar Ribeiro serão
os homenageados 2015 no 3º Bloco Lírico da AELE
Seguindo a tradição
de homenagear os “ícones vivos” da nossa cidade - mudando o antigo
costume de homenagens “pós-vida” – a Academia Escadense de Letras
neste ano de 2015 realiza a terceira edição do seu Bloco Lírico homenageando
duas grandes personalidades da história de Escada.
Nena Dutra e Ademar
Ribeiro. Nena Dutra, pessoa de destaque na ação social em Escada, é uma das precursoras
da criação do grupo da terceira idade e promotora de vários eventos beneficentes
para os mais necessitados. Atualmente cuida e administra o abrigo para idosos
Monsenhor João Rodrigues de Carvalho; Ademar Ribeiro, grande figura do meio
político da cidade, foi grande articulador de partidos políticos nas décadas de
70,80 e 90, irreverente folião de muitos carnavais
O bloco que abre as
festividades carnavalescas de Escada, sairá neste ano do Parque Aquilo Porto,
ás 19h do dia 06/02/2015, o percurso será pela Rua João Manoel Pontal em
direção à Quadra da Vila Operária onde será iniciado o Baile Municipal.
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
5º Natal com Poesia da AELE - 2014
A poesia e a fraternidade temperaram a noite quente
do último dia 14 de dezembro em Escada na culminância do 5º Natal com Poesia da
Academia Escadense de Letras. O sarau musical de natal levou melodias e
mensagens natalinas para os idosos do Abrigo Santa Filonila, em Escada.
Neste ano de 2014, com o tema: Inclusão social
também é nosso dever – O que fomos, o que somos e o que seremos, o evento foi
direcionado a inclusão social dos idosos, que tanto sofrem com os diversos
tipos de abandono provocados pela sociedade.
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| Mariinha Leão |
Para abrilhantar a festa, os poetas da AELE
realizaram um recital através do 1º Compêndio Poético de Natal, onde foram
publicadas mensagens especiais para o natal. Seguindo, a apresentação musical
da poetisa, historiadora, escritora e musicista, Mariinha Leão, embalou os
corações dos presentes com uma cantata natalina deixando o momento mais lindo e
inesquecível. Os poetas Valdecí Leocádio e Elizabethe Leocádio apresentaram
poesias em forma de jogral levando a mensagem do nascimento do menino Jesus.
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| Valdeci Leocádio e Elizabethe Leocádio |
Durante o evento foi oferecido um lanche aos idosos
representando a ceia natalina, e houve também distribuição de presentes e
orações de boas vindas ao Natal e ao Novo Ano que se aproxima.
Nossos agradecimentos aos Leos Clube e Lions Clube
Escada-PE, pela parceria neste evento.
FELIZ NATAL,
FELIZ 2015 PARA TODOS E TODAS,
Teresinha O.G. Melo
Presidente da Academia Escadense de Letras
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