quinta-feira, 28 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Palestra sobre produção de poesias
A Academia Escadense de Letras – AELE, realizou palestra sobre produção de poesias para os alunos do Educandário Menino Deus. A professora Fátima colocou em exposição os poemas produzidos por seus alunos. Confiram as fotos:
sexta-feira, 22 de abril de 2011
3º Sarau da AELE
Banhados pelo clima aconchegante da brisa noturna escadense, fomos recebidos com satisfação na residência da professora Teresinha Melo. Nessa 3º edição, o sarau da AELE, foi agraciado pela rica palestra sobre o Clima Organizacional: Práticas e Contribuição do Gestor. Tema da dissertação de mestrado da professora. Na disseminação do tema, Teresinha falou sobre a fundamentação teórica, o conceito e organização, o clima organizacional, os desafios da pequena empresa, a discussão empírica e outros temas de seu trabalho. Seguida de muitas questões e aspas, a palestra teve um caráter informativo, que possibilitou aos espectadores ter uma visão ampla do mundo empresarial versos empregatício. Em conclusão a sua apresentação, a palestrante ditou a frase: "gestão compartilhada é o grande sucesso".O evento contou com a presença de estudantes, professores e acadêmicos, o final da atrativa reunião, foi marcado por citações e declamações de poemas.
Por motivos superiores o Professor Luis Fluminense não pode comparecer ao evento, sua palestra será remarcada para outra data.
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Declamação de poesias das alunas do Educandário Menino Deus apresentadas pela professora Fátima Siqueira.
Parabéns para as pequeninas Barbara Dominice , Juliana Sales,
Mariana Beatriz e Maria Beatriz.
Parabéns para as pequeninas Barbara Dominice , Juliana Sales,
Mariana Beatriz e Maria Beatriz.
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Professor Renato apresentou o poema: Guia dos Rumos, material que expõe uma gama de informações agrupadas na figura representativa de uma estrela, o material tem o objetivo informativo e formativo direcionado aos estudos de magistério.
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Acadêmicos Mariinha Leão, Ana Neto, Sebastião Araújo e
Valdeci Leocádio DEDO, declamando poemas.
Valdeci Leocádio DEDO, declamando poemas.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Professor Sebastião Lôbo
- Um Mestre das Ciências Humanas -
A indicação do professor Sebastião Lôbo, para patrono da Cadeira nº 4, não foi acatada por uma vasta publicação de títulos literários, mas pelos serviços prestados à população escadense; por um lado, como: Agente do Instituto Brasileiro de Geografia- IBGE; como 1° Delegado do FUNRURAL , prestando o seu apoio ao 'homem do campo', nesta cidade; e como Professor e Diretor-fundador de várias Escolas do município; por outro, pela sua intelectualidade comprovada, concernente às Ciências Humanas, nas disciplinas de História, Filosofia, Línguas: Portuguesa, Inglesa, Russa; Educação Física; e por todos aqueles que tiveram a oportunidade de com ele conviver, palestrar e ter acesso à sua preciosa biblioteca. O professor Sebastião Ferreira de Barros Lôbo descende de uma das mais ilustres famílias da Península Ibérica Espanhola, porquanto provém do Conde Dom Lopo Dias, 9º Senhor Soberano de Biascaia, Navarra e Castela-a-Velha ( falecido no ano de 1770), que venceu os Mouros a 30 de novembro de 1227, por ocasião da conquista da Baeça; casou-se com D. Sancha e foi pai de Dom Pedro Pais Lobo, que unindo-se a Portugal , teve do Rei Dom Sancho o senhorio da terra de Basto e deu a continuidade do sobrenome Lobo aos seus descendentes; o El Rei, Dom Manuel I, e sua irmã, a Rainha D. Leonor, pelos serviços prestados na África , no Reino e fora dele, com muita diligência e fidelidade, lhe acrescentaram por Carta de 24 de junho de 1506, as Armas (brasão) assim constituídas: De prata, com cinco Lobos passantes de negro, armados e lampassados de vermelho, postos em sautor; timbre: cantão de vermelho com um dos Lobos do escudo, carregado de um castelo de ouro. ( Pesquisa do Museu de Ciências Naturais – Horto de Dois Irmãos – Recife-PE; Pesquisador: Petrônio Machado Cavalcanti). (...)
O professor Sebastião Lôbo, nasceu na cidade de Catende, Mata Sul de Pernambuco, a 20 de Janeiro do ano de 1921. Naquela época, a Indústria Açucareira em Pernambuco encontrava-se em plena efervescência. Filho de Sebastião Bacalhau de Barros Lôbo e de Maria Ferreira de Oliveira, teve ali sua infância e juventude, onde conviveu com colegas que mais tarde se tornariam escritores de renome, como Pelópidas Soares, da Academia Pernambucana de Letras.
Prestou relevantes serviços ao Exército Brasileiro, nas patentes de Cabo e II Tenente da ativa, servindo às Forças Expedicionárias durante o período da 2ª Grande Guerra.
Sebastião Lôbo, como ficou conhecido nesta cidade, aqui chegou no ano de 1956, transferido pelo IBGE da cidade de Timbaúba, junto com sua esposa, Vanilda de Oliveira Lôbo, e os filhos Sevanil, Valdeque e Sevatil, anos depois lhe nasceria outro filho, o Valterjoy. Nesta cidade, iniciou o aprimoramento de sua cultura – Concluiu o Curso Técnico em Contabilidade, no ano de 1964; Cursou na Universidade Federal de Pernambuco, o Curso de Inglês, para o Ensino de 1° e 2º graus, em 1966; Graduou-se pela Escola Superior de Educação Física de Pernambuco, em 1969; Concluiu o Curso de História pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1971; Professor do Ginásio Nossa Senhora da Escada, nas Cadeiras de Inglês e Português, em 1966; Professor das Escolas: Maria Ernestina de Araújo Monteiro e Professor Eraldo Campos; Diretor da Escola Américo Carneiro Novaes, nesta cidade; Diretor /Fundador da Escola Municipal Stº Antônio, em Primavera, no ano de 1968; Diretor/Fundador da Escola Técnica e Comércio Escadense, de 2º grau, em 1970 – na qual estudou o Acadêmico Severino Lins, membro da AELE; Diretor/Fundador e professor, da Escola Monsenhor Arruda Câmara, de 1º e 2º graus, em Primavera, 1972; Iniciador e Delegado/ representante do FUNRURAL – nesta cidade, à rua João Manuel Pontual, nº 15 (centro).
O Professor Lôbo – era um homem como poucos; amante dos livros desde tenra idade, costumava ler orientado pelo pai, autores como: Dostoiévski, Léon Tolstói, Cervantes, Marx, Os Pensadores, Os Historiadores: Will Durant, Césare Cantú, Berthand Russel e Plutarco, e ainda os romancistas Ingleses e Americanos, como: Shakespeare, Dickens, Virginia Woolf, Thomas Man, entre outros. Além de culto, era um homem justo, e acima de tudo, humano; sua presença, que inspirava paz, tranquilidade e segurança – deixava em todos um desejo imenso de ouvi-lo sempre; amigo de longas datas do Acadêmico Marcos Galdino, e de tantos outros escadenses – amigos, alunos - que o têm vivo em suas memórias; os escadenses jamais poderão esquecer sua figura esguia, que durante anos lutou pelo progresso da cultura nesta 'princesinha dos canaviais'.
Deixou-nos um livro escrito, ainda inédito, intitulado: “Catende e Eu”, onde narra suas peripécias infantis, e ao mesmo tempo, apresenta uma crítica política da época, porém sem deixar de nos encantar com a verborragia do seu 'português' perfeito, aprimorado pela leitura de anos , e de nos encantar também, com suas 'figuras de retórica'; A ele – todos os escadenses e esta Academia de Letras, agradecem!
Dele: “Quem lê, não teme a Morte”.
quinta-feira, 31 de março de 2011
2º Sarau da Academia Escadense de Letras
Realizado em um dos lugares mais aconchegantes da Zona da Mata Sul, o 2º Sarau da Academia Escadense de Letras – AELE teve mais uma edição elegante, com boa música e degustação de iguarias, abrilhantado pela decoração de bom gosto do Bar e Restaurante Espaço Aconchego, na Rua da Matriz em Escada-PE. O evento contou com a presença de professores, universitários e profissionais da educação.
Na ocasião, a palestrante Professora Candida Sérgio, disseminou sua pesquisa sobre o tema: “A organização do Tempo Curricular na Prática Pedagógica da Educação de Jovens e Adultos”. A palestra foi dividida em três momentos: propósitos; aplicações e conclusões, além de explanações, opiniões e discussão do tema no âmbito social.
Abrindo um parêntese o Presidente da AELE, Dr. Luis Minduca, registrou e presença simbólica do Escritor sergipano Manoel Cardoso, apresentado à entidade através da Acadêmica Mariinha Leão, autor de diversos livros, Cardoso presenteou a AELE com três de seus livros e de acordo com a última assembléia, ele será nomeado Membro Correspondente da Academia Escadense de Letras.
O fechamento do 2º Sarau, foi marcado por declamações de poemas dos Acadêmicos Sebastião Araújo e Valdeci Leocádio DÉDO.
terça-feira, 15 de março de 2011
I Concurso Literário da Academia Escadense de Letras - Regulamento
I Concurso Literário da Academia Escadense de Letras
Regulamento
Do Concurso
Art. 1º - O 1º Concurso Literário da Academia Escadense de Letras tem por objetivo principal incentivar e estimular a leitura de obras de escritores brasileiros, além de promover o conhecimento entre os alunos do ensino médio e cursinho do município da Escada-PE.
Parágrafo I – As obras escolhidas para este I Concurso foram “Morte e Vida Severina” e “O Cão sem Plumas”, ambas do escritor pernambucano João Cabral de Melo Neto, que deverão ser lidas e interpretadas pelos participantes.
Parágrafo II – Serão premiados os 03 primeiros trabalhos de interpretação.
Da inscrição, seu período e restrições
Art. 2º - Só poderão se inscrever e concorrer os alunos que estejam devidamente matriculados e cursando o ENSINO MÉDIO, CURSINHOS PREPARATÓRIO PARA O ENEM E PRÉ VESTIBULARES, na cidade de Escada.
Art. 3º - As inscrições poderão ser feitas no período de 14/03/2011 a 14/04/2011 nas secretarias das escolas públicas e particulares do município que possuam ensino médio, nos cursinhos pré-vestibulares ou preparatórios para o Enem e no blog da Academia Escadense de Letras: www.aele-escada.blogspot.com.
Parágrafo I – É vedada a participação de alunos que embora nascidos ou residentes na cidade de Escada estejam estudando em ensino médio, cursando preparatórios ou pré vestibular fora do nosso município.
Parágrafo II – O aluno deverá preencher a inscrição com seus dados pessoais (Nome, número do RG e CPF, data de nascimento, modalidade de curso, telefone e foto 3x4). Deverá guardar cópia da ficha de inscrição, já preenchida, como comprovante.
Parágrafo III – O aluno que fizer a inscrição na secretaria de sua escola deverá entregar o formulário devidamente preenchido na própria secretaria. O recolhimento dos formulários será realizado pela comissão da AELE em data previamente marcada.
Parágrafo IV – O Aluno que fizer sua inscrição pelo Blog da Academia deverá copiar o formulário do blog e colar em arquivo de Word na versão a partir de 2007, neste caso, a foto do candidato deverá ser escaneada e constar no arquivo, o mesmo deverá ser enviado (anexo) para o e-mail da AELE: aele.escada@gmail.com, no assunto do e-mail deverá constar a palavra INSCRIÇÃO (com letras maiúsculas) seguido do nome completo do aluno.
Parágrafo V – O aluno inscrito no concurso não poderá em hipótese alguma identificar em sua ficha de inscrição a escola ou o curso a que encontra-se vinculado/matriculado, sob pena de ter sua inscrição cancelada, automaticamente.
Parágrafo VI – O aluno inscrito no concurso “deverá somente optar por uma das duas obras oferecidas à interpretação”, sob pena máxima de cancelamento/desclassificação do candidato.
Do Trabalho, do prazo de entrega e suas restrições
Art. 4º - O presente concurso consiste em trabalho de interpretação de obra literária, onde o aluno, após uma leitura exaustiva e minuciosa de uma das obra escolhida, a interpretará diante de sua visão pessoal sobre, enquanto leitor, sobre a obra.
Art. 5º – O prazo de entrega das obras de interpretações será dia 30/04/2011, nas secretarias das escolas em que o aluno/concorrente esteja vinculado.
Parágrafo I – A interpretação deverá ser entregue em ENVELOPE LACRADO, juntamente com uma cópia da ficha de inscrição.
Parágrafo II – O recolhimento dos trabalhos será realizado pela Comissão da AELE no dia 30/04/2011 a partir das 19h00min.
Parágrafo III – A interpretação deverá ser redigida a punho do próprio candidato, em folha de papel pautado, com letra legível, contendo o mínimo de 30 linhas e um máximo de 60 linhas escritas, sob pena de desclassificação.
Parágrafo IV – Os que optarem por escrever em letras de forma deverá fazê-lo, evidenciando a sua escrita de forma a possibilitar uma leitura acessível aos membros da comissão julgadora.
Art. 6º - Cada aluno só poderá concorrer com uma inscrição, sendo vedada a participação na interpretação das duas obras no mesmo concurso, caso ocorra dupla inscrição, o candidato será eliminado.
Das avaliações dos trabalhos, julgamento, premiação e finalização do concurso
Art. 7º - As avaliações dos trabalhos inscritos serão feitas por uma comissão de concursos escolhidos dentre os membros da Academia Escadense de Letras.
Parágrafo. I – Além do julgamento das interpretações das obras, serão também avaliados dos candidatos termos gramaticais e ortografias, com pesos iguais na correção final.
Parágrafo II – Os trabalhos visivelmente copiados de sites, revistas, jornais ou quaisquer outros meios de comunicação, serão automaticamente desclassificados, devendo a comissão fundamentar sua decisão.
Art. 8º - Os resultados finais dos trabalhos escolhidos serão divulgados a todos no mês de junho do corrente ano, em evento proporcionado pela AELE – ACADEMIA ESCADENSE DE LETRAS, com a presença de todos os alunos das escolas participantes, em data posteriormente anunciada.
Parágrafo I – Os alunos classificados nos 3 primeiros lugares serão anunciados no momento do evento, onde só então se saberá a escola a que o ganhador pertence.
Art. 9º - Somente os 3 primeiros colocados terão direito aos prêmios do concurso.
Parágrafo I – Caberá ao 1º colocado um NOTBOOK novo; 2º colocado uma CÂMERA FOTOGRÁFICA DIGITAL nova e ao 3º colocado um belíssimo TELEFONE CELULAR.
Art. 10º - As escolas em que estiverem vinculados os 3 primeiros colocados serão condecoradas pela Academia Escadense de Letras.
Da ciência dos candidatos e outras restrições
Art. 11º - O candidato, no momento de sua inscrição neste concurso, abre mão dos seus direitos autorais de sua obra em nome da AELE - ACADEMIA ESCADENSE DE LETRAS, para, entre outros, de publicação futura da referida obra em jornal próprio ou outro meio de comunicação, desde que identifique sempre o autor da obra, para maior enaltecimento do criador literário.
Art. 12º - É vedado qualquer recurso ou manifestação aos participantes deste concurso, não cabendo ato ou ação judicial aos seus idealizadores, entre outros: à forma do concurso, às cláusulas do certame, aos critérios adotados de avaliação e da escolha pela comissão julgadora.
Escada, 14 de Março de 2011.
José Luis Minduca
Presidente da AELE
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
POEMA
De amor e paixão
pressa ansiedade ferocidade
carinho bem-estar bem-amar
submisso inquieto incerto
vontade desejo cortejo
segurar ficar parar
deitar abraçar beijar
viver sentir sorrir
pensar agir pedir
mostrar se dar aguardar
gostar experimentar atuar
tremer mexer querer
respeitar estar amar
Acadêmico Adriano Sales Diretor de Comunicação da AELE |
domingo, 23 de janeiro de 2011
Padre Geraldo Leite Bastos
Um Pároco de presença marcante
Padre Geraldo Leite Bastos nasceu em Moreno, Pernambuco, a 12 de dezembro de 1934; filho de Aloísio Tenório do Rego Bastos e Izabel Leite Bastos. Foi ordenado presbítero da Arquidiocese de Olinda e Recife a 08 de dezembro de 1961 e fundador da Paróquia de Nossa Senhora do Bom Conselho, da qual foi pároco, em Ponte dos Carvalhos, de 1962 a 1980. Primeiro Administrador Paroquial da recém-instaurada Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Recife-PE. Foi o 4º Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação da Escada, de 1980 a 1987. O Padre Geraldo foi um dos pioneiros das comunidades eclesiais de
Padre Geraldo Leite Bastos nasceu em Moreno, Pernambuco, a 12 de dezembro de 1934; filho de Aloísio Tenório do Rego Bastos e Izabel Leite Bastos. Foi ordenado presbítero da Arquidiocese de Olinda e Recife a 08 de dezembro de 1961 e fundador da Paróquia de Nossa Senhora do Bom Conselho, da qual foi pároco, em Ponte dos Carvalhos, de 1962 a 1980. Primeiro Administrador Paroquial da recém-instaurada Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Recife-PE. Foi o 4º Pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação da Escada, de 1980 a 1987. O Padre Geraldo foi um dos pioneiros das comunidades eclesiais debase, Igreja que surge em meio dos empobrecidos e com grande participação popular em nosso país.
Um dos promotores pioneiros mais criativo e de uma liturgia enraizada na cultura popular em termos de arquitetura, pintura, vitral, alfaias, coreografia, teatro, ritual e música; além de compor várias melodias religiosas para os pobres da região. Todo o repertório musical do padre Geraldo pode ser considerado um referencial indispensável para aqueles que se propuserem servir ao povo de Deus. Sua ação pastoral- litúrgica se estendeu as outras Igrejas das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; como as Dioceses de Santarém e Belém, no Pará; Bacabal e São Luis, no Maranhão; Guabiraba, na Paraíba, e Goiás Velha em Goiás. Teve eminente participação na elaboração do Hinário Litúrgico da CNBB e no Oficio Divino Popular. Marcou presença significativa no intercâmbio internacional entre Igrejas, pessoalmente e junto a paroquianos envolvidos em suas Igrejas, como nas Dioceses de Freiburg (Alemanha) e Nápoles (Itália), bem como da Comunidade de Taizé (França). Como pároco da cidade de Escada escreveu e idealizou a encenação da Via Sacra pública.
O Padre Geraldo foi autor de inúmeras letras de Salmos e Hinos e escritor de diversas músicas próprias para a celebração da padroeira da Escada, como: “O Pedido e Ofertório da Terra”. Faleceu a 19 de abril de 1987, em um Domingo da Ressurreição de Cristo.
| Acadêmico Sebastião Araújo Vice-Presidente da AELE |
domingo, 9 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
SAMUEL CAMPELO
Uma Voz do Teatro Pernambucano
O patrono da Cadeira de Nº 2 da Academia Escadense de Letras , nasceu em Escada, no Engenho Arimunã, no dia 12 de outubro de 1889; um ano após a Abolição da Escravatura e um mês antes da Proclamação da República. Seu nome completo era Samuel Carneiro Rodrigues Campelo e os seus pais chamavam-se: Diogo Rodrigues Campelo e Leopoldina Amélia Carneiro Campelo. Aos 10 anos de idade mudou-se com a família para o município de Jaboatão, Pernambuco, onde deu início a sua vida cultural, aos 13 anos, demonstrando interesse pelo Jornalismo e pela Literatura e começando a escrever seus primeiros artigos. Aos 16 anos, quando concluiu seu Curso de Teatro, subiu ao palco pela primeira vez para encenar a Peça “Bicho e seu Rancho”, de Ernesto de Paula Santos; dedicando-se até aos 19 anos ao Teatro Amador, contracenando com artistas em evidência,de sua época. “Peripécias de um defunto”, que teve o nome mudado para “Engano da Peste”, era uma Farsa em um ato, escrita em 1909, cuja estréia aconteceu no dia 24 de outubro de 1910. Esta foi a sua primeira Peça, encenada no Grêmio Dramático Arraialense, em Casa Amarela, Recife, pela Trupe Dramática Familiar Arraialense. Ainda no mesmo ano , escreveu e apresentou a Peça “O Amor faz coisas”.
O patrono da Cadeira de Nº 2 da Academia Escadense de Letras , nasceu em Escada, no Engenho Arimunã, no dia 12 de outubro de 1889; um ano após a Abolição da Escravatura e um mês antes da Proclamação da República. Seu nome completo era Samuel Carneiro Rodrigues Campelo e os seus pais chamavam-se: Diogo Rodrigues Campelo e Leopoldina Amélia Carneiro Campelo. Aos 10 anos de idade mudou-se com a família para o município de Jaboatão, Pernambuco, onde deu início a sua vida cultural, aos 13 anos, demonstrando interesse pelo Jornalismo e pela Literatura e começando a escrever seus primeiros artigos. Aos 16 anos, quando concluiu seu Curso de Teatro, subiu ao palco pela primeira vez para encenar a Peça “Bicho e seu Rancho”, de Ernesto de Paula Santos; dedicando-se até aos 19 anos ao Teatro Amador, contracenando com artistas em evidência,de sua época. “Peripécias de um defunto”, que teve o nome mudado para “Engano da Peste”, era uma Farsa em um ato, escrita em 1909, cuja estréia aconteceu no dia 24 de outubro de 1910. Esta foi a sua primeira Peça, encenada no Grêmio Dramático Arraialense, em Casa Amarela, Recife, pela Trupe Dramática Familiar Arraialense. Ainda no mesmo ano , escreveu e apresentou a Peça “O Amor faz coisas”.Samuel Campelo prosseguiu até 1911 participando e criando grêmios literários e teatrais, como o Grêmio Jaboatonense e o Frei Caneca, daí então resolveu ingressar na Faculdade de Direito do Recife, para cursar Ciências Jurídicas e Sociais. Em 1915 foi nomeado 'promotor público' para a Comarca de Vitória de Santo Antão, onde permaneceu por cinco anos, e foi a partir daí, que passou a exercer a Advocacia , nas Comarcas de : Jaboatão, Limoeiro, Gravatá e Bezerros; em todas essas cidades fazia questão de participar dos movimentos Literários , e em 1919, fixa residência em Recife, aumentando o seu interesse pelo teatro.
O Jurista manteve por três anos a Revista Literária “Fanal”; e também colaborou com artigos na “Faísca” e no “Proscênio”, nos quais usava o pseudônimo de 'Leumas'. Foi diretor do Jornal Jaboatonense e do Parnaso; fundou os periódicos “A República” ,“A Coluna”, e também “Rua”, um periódico de 1922. Trabalhou como crítico de arte no “Jornal D'a Província”; no Instituto Arqueológico e Geográfico de Pernambuco, atuou como sócio-efetivo e orador. Subistituiu Francisco Cismostano na Academia Pernambucana de Letras; assumiu os cargos de Secretário da Faculdade de Medicina do Recife, Secretário de Defesa da Borracha, e Escriturário do Tesouro do Estado de Pernambuco, durante o conflito político que Pernambuco viveu quando das candidaturas do General Dantas Barreto e do Conselheiro Rosa e Silva; em 12 de outubro de 1911, se engajou como orador nas campanhas dos Gernerais, dedicando-lhes sonetos de sua autoria.
Passada a revolução de 1930, Samuel Campelo foi nomeado administrador do Teatro de Santa Isabel, no Recife; fundou o Grupo Teatral “Gente Nossa”, que estreou no referido teatro com a Peça “A Honra da Tia”, de sua autoria, em agosto de 1931 – o Grupo Teatral “Gente Nossa” foi a primeira Companhia de Teatro do Nordeste.
Samuel Campelo faleceu aos 50 anos, no dia 10 de janeiro de 1939, deixando uma lacuna na Liratura e no Teatro pernambucano.
Outras obras de Samuel Campelo: “Noites de Novena” (1925); “Aves de Arribação e A Rosa Vermelha” (1926); “Sae, Cartola” (1927); “Ih, hi!” (1927); “Os Visinhos Jazz Band” (1928); “Vitreaux” (1928); “Terra e Mar” (1930); “Uma Senhora Viúva” (1930); “Rapa Coco” (1930); “Variações do Verbo Amar” (1931); “Agita-se” (1931); “O Mistério do Cofre” (1933); “A Madrinha dos Cadetes” (1933); “ Mulato” (1935); “É do Loré” (sem data); “Coió Transformista” (sem data); “Tudo às Avessas” (sem data); “Tem Casa e Não Casa” (sem data); “Mangas do Jasmim” (sem data), e “S.O.S” (1935).
domingo, 26 de dezembro de 2010
Confraternização da AELE - NATAL COM POESIA
Animada pela Orquestra Flautistas do PETI, a 1ª confraternização da Academia Escadense de Letras que neste ano veio com o tema: Natal com Poesia, contou com a presença dos alunos da Professora Graça Miranda da Escola Costa e Silva, pais de alunos e sociedade em geral. Na ocasião foram distribuídos livros infanto-juvenis para os alunos presente e proferida a palavra do Presidente da AELE, Dr. Luis Minduca sobre a importância da inclusão cultural, levando em consideração a somatória de costumes, tradições e valores como um jeito próprio de ser, estar e sentir o mundo, ‘jeito’ este que leva o indivíduo a fazer, ou a expressar-se, de forma característica.
Acadêmicos
Livros distribuídos durante o evento
Alunos da Escola Costa e Silva
Orquestra Flautistas do PETI
Orquestra Flautistas do PETI
O Presidente da AELE Luis Minduca distribuindo livros
Acadêmicos, Professores e Público Geral
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
CONVITE - Confraternização da AELE
TEMA: NATAL COM POESIA
Convidamos V. Sa. e família a participarem da Confratenização de Natal da Academia Escadense de Letras, que neste ano realiza o seu Natal com Poesia com a presença da Orquestra: Flautistas do PETI; ocasião em que realizaremos também, no intuito de levar 'a palavra e a voz', uma campanha de doação de livros infanto-juvenis, a fim de promover a inclusão cultural dos jovens deste município.
Data: 15/12/2010
Hora: 19h
Local: Igreja São Sebastião -
Bairro de Jaguaribe -Escada- PE
* Aceitaremos doações de livros para a nossa campanha.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Tobias Barreto
Um eterno lutador com palavras
Tobias Barreto de Menezes nasceu em Sergipe (Vila de Campos do Rio Real), no dia 07 de junho de 1839. Filho de Pedro Barreto de Manezes e Emerenciana Maria de Menezes. Era professor, filósofo, político, advogado e poeta. Casou-se em 1869, no Engenho Riqueza, paróquia de Escada, com Grata Mafalda dos Santos. Residiu na cidade de Escada de 1871 a 1881, travando uma luta constante em prol da mudança da mentalidade do povo escadense, totalmente subalternos aos políticos e professores da época. Não perdia oportunidade de apontar os erros na vida dos homens políticos desta cidade. Revoltado com o insucesso e retrocesso cultural do povo escadense, pronunciava sempre a frase “isto é escada somente para descer”.Em setembro de 1877, tentou uma ação política e cultural, fundando o Clube Popular Escadense, onde iniciou uma luta notável pelos direitos da mulher brasileira, e simultaneamente esperava incutir o mais vivo sentimento do seu valor, despertando a revolta dos opressores no seu entusiasmo pelos oprimidos. O clube teve efêmera duração, tal acontecimento fez o grande sábio desabafar: “foi esta inda uma das muitas ilusões de que se tem alentado nesta bela terra, onde, aliás, vim sepultar os dois mais caros objetos do meu coração e da minha fantasia: minha mãe e meu futuro”.
Durante o período em que viveu, ele escreveu parte de seu magnífico livro “Dias e Noites” (único volume de versos) e vários periódicos críticos, literários e noticiosos, entre eles destacam-se os seguintes jornais: “Sinal dos Tempos”(1874), a “Comarca de Escada”(1875); “Devaneio Literário” – Dedicado à mocidade escadense(1875); “O Desabuso”(1875), “Lutador Alemão” – redigido em alemão (1875); “O Escadense” (fim de 1877); “A Igualdade”(meados de 1878); “Contra a hipocrisia”(1878); “Estudos Alemães”; e a Revista mensal de Filosofia, Direito, Literatura e Crítica, publicada em outubro de 1880.
Os periódicos foram impressos, exceto “O Lutador Alemão”, na tipografia de Antônio Pedro Gomes Magnata, em Escada, Rua Dr. João Pessoa, nº 22, conhecida como Rua da Cadeia.
Em 1881, por motivo de desentendimento com os herdeiros de seu sogro, foi envolvido injustamente numa questão de escravos fugidos, sua casa foi cercada pela policia e capangas. Insultado e ameaçado decidiu sair do município de Escada e foi residir em Recife.
Em 1822, conquistou a cátedra de Prática de Processo, da Faculdade de Direito do Recife, regendo as cadeiras de Filosofia do direito, Direito político, Direito criminal, Economia política e Prática de processo. O seu vasto conhecimento sobre o estudo de Direito fez com que conquistasse o nome de ‘Jusrisconsuto’.
O período do magistério político de Tobias Barreto teve pouca duração. Vítima de complicação cardíaca, faleceu na noite de 26 de junho de 1889, em Recife, sem conseguir realizar dois grandes sonhos: ser deputado ou senador por Sergipe e ir à Alemanha fazer conferência em Berlim.
A trajetória de Tobias Barreto em Escada, muito contribuiu para incrementar as páginas da nossa história e da população escadense suas obras foram relevantes como incentivo para aqueles que apreciam a Literatura e buscam o enriquecimento cultural través dos trabalhos profícuos que tanto enalteceram a nossa cultura. A Academia Escadense de Letras, presta-lhe homenagem, nomeando sua Instituição, como: “Casa Tobias Barreto”.
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